Missão

O Instituto Sincronicidade para a Interação Social busca fortalecer iniciativas, coletivos e redes engajadas na transformação social com foco em metodologias colaborativas e processos de aprendizagem que visem a inteligência coletiva e soluções criativas para as questões socioambientais, culturais e de direitos humanos.

Visão

Nossa visão é fomentar um ecossistema de maior colaboração no setor social para que coletivos, redes e organizações potencializem seus resultados, encontrem um solo fértil para inovar/experimentar e criar novos arranjos sociais em prol de uma sociedade mais próspera e um planeta mais saudável.

Equipe

Histórico

O ISPIS foi fundado oficialmente em 2001 por um grupo de jovens que desenvolviam projetos sociais de sensibilização ambiental em escolas, ONGs, centros comunitários e culturais de São Paulo. Foi uma das primeiras 300 OSCIPs formalizadas no primeiro ano de vigência, uma das poucas fundada e gerida por jovens. Seus fundadores são fruto de seu tempo, foram alfabetizados por uma sociedade civil pulsante e crescente que vinha avançando desde os tempos de redemocratização. Beberam dos movimentos sociais comunitários, das organizações não governamentais que se institucionalizaram, dos financiadores internacionais e nacionais que vinham para o Brasil a procura de jovens lideranças que poderiam catalisar o tecido social que podiam dar outras cores, vozes e práticas para uma sociedade civil que vinha se fortalecendo. Nos idos dos anos 2000, o terceiro setor experimentava uma franca expansão movimentando agendas socioambientais, empoderamento juvenil, na construção de espaços cívicos de incidência e metodologias de fortalecimentos de coletivos.

 

Ao longo destes 20 anos, o ISPIS, de maneira muito discreta e despretensiosa, respirou e ao mesmo tempo inspirou, enquanto protagonista, a história do setor social e do fortalecimento da sociedade civil brasileira. Mais de 100 projetos passaram pelo instituto. Recebemos diferentes tipos de coletivos, alguns se constituíram como novas organizações sociais, algumas viraram fundos de apoio ao setor, às vezes experimentando modelos de coletivos, ou como práticas pontuais. Porém, todas foram abraçadas pelo ISPIS e permitiram que tivessem uma morada para viabilizar seus sonhos de testar formas de uma sociedade mais sustentável, justa e plural. 

 

Compreender e analisar a história desses 20 anos do ISPIS é entender o que a sociedade civil construiu e o potencial que ela têm para continuar oferecendo para o setor desde a perspectiva dos projetos, dos movimentos, dos coletivos que permitiram construir novas áreas e novos campos de conhecimento e práticas do terceiro setor. Através da incubação de iniciativas, o ISPIS foi a morada da oxigenação do setor:

seja experimentando o fortalecimento do movimento de juventude e meio ambiente (com a Rejuma), de empreendedorismo social (Artemísia, Pimp My Carroça), de práticas de engajamento social como (teoria U, jornadas de aprendizagem, elaboração de projetos), em incidência política (#MeRepresenta, Virada Política, Instituto Update), ativismos (Escola de Ativismo) e cyberativismo em gênero. Nos últimos anos temos prestado serviços de incubação, principalmente na gestão financeira, para que essas iniciativas pudessem se dedicar, exclusivamente, aos resultados e ao impacto de transformação que queriam trazer para a sociedade brasileira.

Para pensar os próximos anos do ISPIS vale a pena analisar o que construímos e como nossas atividades estiveram inseridas em um contexto mais amplo da sociedade civil, organizar a casa para aperfeiçoar o serviço que prestamos para que mais coletivos possam usufruir e de maneira mais estruturada do que oferecemos. Há também uma oportunidade de produzir conhecimento, sistematizar práticas e encontrar a narrativa de uma história da sociedade civil contada por pequenos projetos, a partir do olhar de uma geração que está moldando o setor social para os desafios do século XXI.

 

Além do desafio de contar esta história e definir, de maneira mais clara, a identidade do ISPIS, visualizamos o desenho de um programa de desenvolvimento institucional, consolidando o Instituto como um agente no ecossistema relevante para além da sua atuação como apoio administrativo e patrocinador fiscal para projetos, coletivos e programas. Queremos que mais projetos tenham a capacidade de existir, testem suas dinâmicas internas (de equipe, de modelo de atuação, de geração de impacto, de cumprimento da teoria da mudança) e prosperem. Queremos fomentar um laboratório de iniciativas sociais e que essas iniciativas possam, pelo período que estiverem incubadas, aproveitarem para dedicarem-se aos resultados que o financiador espera e que a sociedade precisa.

Conselho Consultivo

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Adriana Netto

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Alan Dubner

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Luis Eduardo Diaz

Toledo Martins

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